DR. Alexandre Marchi
CRM/SP 265851

Enxaqueca não é apenas uma “dor de cabeça comum”

Entenda por que a enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça comum, conheça os principais sintomas — como sensibilidade à luz e náuseas — e os riscos do uso excessivo de analgésicos. Descubra as opções de tratamento preventivo e saiba quando procurar um especialista em dor para recuperar sua qualidade de vida e controlar as crises de forma eficaz.

Muitas pessoas em Catanduva e região convivem com dores frequentes acreditando que o problema é apenas estresse ou algo que vai passar sozinho. No entanto, a enxaqueca é uma doença neurológica real, com base genética e mecanismos biológicos bem definidos. Ela é considerada uma das condições que mais gera afastamento do trabalho e prejuízo na vida familiar em todo o mundo.

Como identificar a enxaqueca?

Diferente de uma cefaleia tensional comum, a enxaqueca geralmente apresenta um conjunto de sinais que ajudam no diagnóstico médico:

  • Tipo de dor: Frequentemente é uma dor pulsátil ou latejante.
  • Localização: Na maioria das vezes, a dor se concentra em apenas um lado da cabeça.
  • Sensibilidade: Incomodo excessivo com a luz, ruídos ou cheiros fortes durante as crises.
  • Sintomas gástricos: Presença de náuseas e, às vezes, vômitos.
  • Piora com esforço: Atividades simples, como subir escadas ou caminhar rápido, tornam a dor mais intensa.

Alguns pacientes também percebem a aura: pontos luminosos na visão ou formigamentos que surgem gradualmente e duram até uma hora antes da dor começar.

O risco do excesso de analgésicos

Um problema recorrente no consultório de dor é o uso diário de analgésicos comuns por conta própria. Quando esses remédios são utilizados mais de 2 ou 3 vezes por semana, o cérebro pode sofrer um processo de sensibilização, resultando na Cefaleia por Uso Excessivo de Medicação (CEM). Nesses casos, a dor passa a ser quase diária porque o corpo se desregulou pelo excesso de medicação de resgate.

Opções de tratamento no consultório de Dor

O controle da enxaqueca é dividido em duas frentes:

  1. Tratamento da Crise: Uso de medicamentos específicos, como os triptanos, para interromper a dor logo no início.
  2. Prevenção (Profilaxia): Indicada para quem tem 4 ou mais crises por mês. Aqui, utilizamos medicações de uso contínuo — que podem ser preventivos tradicionais (como alguns antidepressivos ou anticonvulsivantes) ou os modernos anticorpos monoclonais anti-CGRP — para reduzir a frequência das crises a longo prazo.

Além dos remédios, o ajuste da rotina é parte do tratamento: regular o sono, manter-se hidratado, praticar atividades físicas e identificar gatilhos alimentares específicos ajudam a estabilizar o quadro.

Sinais de alerta

Procure atendimento médico imediato se a dor de cabeça for súbita (atingindo a intensidade máxima em segundos), se for a dor mais forte que você já sentiu na vida, ou se vier acompanhada de febre e rigidez no pescoço.

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